"A que sabe o território: patrimónios, memória, identidade e diversidades alimentares"
50th International Meeting of the International Commission on the Anthropology of Food and Nutrition (ICAF) – 2026
9th International Meeting of the UNESCO Chair on Food, Culture and Development, UOC
Gouveia, 15 a 18 de outubro de 2026
No campo da alimentação, como da cultura em geral, a diversidade é a base da compreensão dos diferentes povos e territórios. Quer os mais distantes, quer os que nos são mais próximos.
Num mundo multicultural, globalizado e de intensos fluxos humanos, a forma como nos alimentamos, partilhamos, lembramos, comunicamos, relacionamos e celebramos com, a e pela comida configura diversidades culturais e territoriais em mutação e em busca de reconstruções identitárias portadoras de sentido. A comida, e as culturas alimentares viajam com as pessoas pelo que as mobilidades e as errâncias, consubstanciadas em diferentes práticas, como o turismo ou as migrações, constituem domínios de abordagem da alimentação de grande atualidade.
A patrimonialização da alimentação, nas suas práticas, saberes-fazer, objetos e aspetos simbólicos, alargam o debate à passagem da cultura ao património, material e imaterial e aos necessários debates sobre memória, identidades e participação.
Os processos e os itinerários de produção e circulação do que comemos, têm também trazido questionamentos éticos e de sustentabilidade nas suas dimensões social, cultural, económica e ambiental, incontornáveis nas sociedades atuais.
Neste encontro convidamos à apresentação e debate de temas como: alimentação, diáspora, mobilidades e migrações; alimentação em territórios de fronteira (como a “raia”, entre Portugal e Espanha) e de altitude/montanha; museus e espaços de memória; patrimónios e artes na sua relação com a comida e a bebida; sustentabilidade e estratégias e tendências de produção e consumo alimentar de proximidade; gastrodiplomacia e promoção internacional; gastronomia e políticas públicas; identidades gastronómicas, território(s) e paisagem(ens); simbologias, imaginários gastronómicos e turismo, entre outros.
Num mundo multicultural, globalizado e de intensos fluxos humanos, a forma como nos alimentamos, partilhamos, lembramos, comunicamos, relacionamos e celebramos com, a e pela comida configura diversidades culturais e territoriais em mutação e em busca de reconstruções identitárias portadoras de sentido. A comida, e as culturas alimentares viajam com as pessoas pelo que as mobilidades e as errâncias, consubstanciadas em diferentes práticas, como o turismo ou as migrações, constituem domínios de abordagem da alimentação de grande atualidade.
A patrimonialização da alimentação, nas suas práticas, saberes-fazer, objetos e aspetos simbólicos, alargam o debate à passagem da cultura ao património, material e imaterial e aos necessários debates sobre memória, identidades e participação.
Os processos e os itinerários de produção e circulação do que comemos, têm também trazido questionamentos éticos e de sustentabilidade nas suas dimensões social, cultural, económica e ambiental, incontornáveis nas sociedades atuais.
Neste encontro convidamos à apresentação e debate de temas como: alimentação, diáspora, mobilidades e migrações; alimentação em territórios de fronteira (como a “raia”, entre Portugal e Espanha) e de altitude/montanha; museus e espaços de memória; patrimónios e artes na sua relação com a comida e a bebida; sustentabilidade e estratégias e tendências de produção e consumo alimentar de proximidade; gastrodiplomacia e promoção internacional; gastronomia e políticas públicas; identidades gastronómicas, território(s) e paisagem(ens); simbologias, imaginários gastronómicos e turismo, entre outros.





